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Qualidade no serviço e atendimento personalizado nota 10. Por indicação levei meu xbox para ser desbloqueado pela equipe da videoegames e não me arrependo em nada . Parabéns pelo atendimento e pelo trabalho de ótima qualidade.
Rogério Martinez Lucas do Rio Verde MT
Recomendo a equipe da Video e Games. Pessoal profissional e muito correto.
Nader Merlo Chapecó SC
Excelente serviço, ótimos profissionais, melhores equipamentos e bom atendimento. Super recomendo!
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Recomendo pela seriedade, comprometimento e qualidade técnica.
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Serviço de primeira com profissionais de primeira!!
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Kennedy Skowron Chapecó SC

Magnavox e Telejogo: raridades na maior coleção de videogames do país#

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Magnavox e Telejogo: raridades na maior coleção de videogames do país - NovidadeVer imagem ampliada
Videogames antigos são paixão de empresário rio-pretense.

Coleção rara conta atualmente com mais de 300 consoles.

Colecionar videogames antigos. Essa é a vida do empresário Alex Mamed, de 41 anos, morador de São José do Rio Preto (SP). Em sua extensa coleção, raridades como Magnavox Odyssey, Adventure Vision, Atari 2600 e Telejogo podem ser encontrados no mais perfeito estado de conservação, entre os mais de 300 consoles que o maior colecionador de videogames do Brasil possui.

Eleito pelo RankBrasil, em 2013, como o maior colecionador de videogames do Brasil, Alex ganhou o seu primeiro aparelho com 10 anos e de lá pra cá ganhar, trocar e comprar videogames virou rotina na vida dele. "Ganhei um Atari 2600 do meu irmão e anos mais tarde ganhei do meu pai um Master System, o preferido na coleção, depois comprei um Mega Drive e um Super Nintendo. Montei uma locadora e comprei mais dois Super Nintendo, quando fechei o negócio estava com seis videogames e seis televisores, a partir disso eu comecei a colecionar e não parei mais", diz Alex.

A maioria dos 319 videogames funciona, mas engana-se quem pensa que Alex é um jogador viciado de games. "Por incrível que pareça eu quase não jogo. Se jogar duas ou três vezes no ano é muita coisa", afirma. Alex tem cerca de 1/3 dos consoles doados. "As pessoas me ligavam oferecendo os videogames para comprar, mas eu dizia que não tinha dinheiro. No dia seguinte aparecia na porta da minha casa o videogame que tinha sido oferecido. Recebi vários assim", afirma.

É claro que além de doação, ele também compra. O colecionador não sabe quanto já gastou com a coleção, mas quase vendeu uma caminhonete para adquirir um aparelho. "Tinha um Atari Cosmos, que vi anunciado e que custava 40 mil dólares na época, e só existem três no mundo. Minha caminhonete era desse valor. Pensei na hora em vendê-la e comprar o Atari, mas aí minha ex-esposa disse que se eu vendesse e trocasse pelo videogame, o nosso casamento acabava ali. Se fosse hoje, que já nos separamos, acho que eu venderia", brinca o empresário.

Coleção

Além dos videogames, o empresário tem mais de 6 mil jogos, dentre eles o seu preferido, Alex Kid, um jogo de aventura do Master Sistem. Fazem parte da coleção itens como: o Adventure Vision, que existem somente 5 mil peças no mundo, e uma delas, a única do Brasil, está na coleção do empresário.

Assim como o primeiro vídeo game 3D, o Virtual Boy, da Nintendo e raridades como Interactive Vision, com cartuchos de fita VHS, Telejogo de 1977, o primeiro do Brasil, Atari Jaguar de 1993, o Atari que era jogado com CD e os precursores do Super Nintendo, febre nos anos 90, "Nintendinho" e Nintendo.

Alex ainda tem uma coleção com mais de 3 mil acessórios, que incluem controle em forma de luvas de boxes, que foram feitas para homenagear o filme Rock Balboa, do videogame Colecovision, e peças mais novas como a motoserra elétrica para jogar o clássico Resident Evil, no Playstation 2, são só alguns exemplos da vasta coleção.

3º Museu do mundo, o sonho

Segundo Alex, atualmente existem dois museus de videogame no mundo, localizados na Alemanha e Itália. Alex tem o sonho de construir um museu no Brasil, e para isso já recebeu algumas propostas. "Tenho propostas de três estados diferentes e algumas cidades, mas minha ideia é fazer o museu em Rio Preto. Acredito que poderíamos agregar turismo, emprego e com certeza seria um cartão postal da cidade", afirma o empresário.

Para ele, o museu seria histórico, interativo e um ponto de encontro de gerações diferentes. "Minha vontade primeiramente é que seja gratuito. Quero que as crianças vejam os jogos passados e os adultos lembrem-se do tempo em que jogavam. Pelo que já vi em vídeos, acho que minha coleção não fica devendo em nada para os outros dois museus. Tenho certeza que seria um sucesso", finaliza.

Emuladores

Quem se interessou pela maior coleção de videogames do Brasil, mas não quer esperar o museu ficar pronto para reviver os grandes clássicos, o G1 lista uma série de emuladores e aplicativos gratuitos para Android, para você jogar e matar um pouco da saudade dos jogos antigos. Confira: Happy Chick, RetroArch, MAME4droid, Snes9x EX+, Mobile Gameboy e Reicast.

Fonte: Portal G1

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